A política mineira ganhou um novo capítulo com a revelação do presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, sobre o veto à candidatura do senador Cleitinho Azevedo ao governo de Minas Gerais. A decisão, que gerou repercussão, foi motivada por sérias preocupações da cúpula partidária.
Pereira temia que Cleitinho não se mantivesse na disputa até o fim. “Eu não posso me arriscar a que lá pelo dia 15 de setembro, ele desista da candidatura”, afirmou o presidente do Republicanos, apontando a instabilidade do senador como principal fator para a deliberação, conforme informações divulgadas.
Falta de Compromisso e Ausência na Convenção
Ao longo do processo, Cleitinho Azevedo, segundo Pereira, demonstrou comportamento instável e não deu respostas claras sobre suas intenções. Sua ausência na convenção do partido em Minas Gerais, mesmo alegando luto pela morte de um irmão, foi um ponto crucial para a decisão.
O líder partidário explicou que, apesar da situação pessoal compreensível, o senador poderia ter enviado uma procuração para validar sua candidatura. “Ele não deu sinais de que aceitaria ser candidato”, ressaltou Pereira, indicando a falta de engajamento.
Cenário Irreversível e Próximos Passos do Republicanos
A situação é irreversível, segundo Marcos Pereira. O Republicanos agora busca um novo caminho para as eleições em Minas Gerais, após o veto à candidatura de Cleitinho Azevedo, redefinindo sua estratégia para o pleito.
O cenário mais provável, de acordo com Marcos Pereira, é que o partido decida apoiar a candidatura ao governo de Marcelo Aro, do Partido Progressistas (PP). Essa aliança representaria uma nova configuração para a disputa eleitoral mineira.

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