A safra de café 2026 tem demonstrado um progresso notável, com os trabalhos nas propriedades cafeeiras avançando em ritmo bastante acelerado. Este cenário é favorecido pela estabilidade do clima de inverno, que proporciona condições ideais para a colheita.
Produtores em diversas regiões aproveitam os dias ensolarados e sem chuva para intensificar as atividades, garantindo que os grãos sejam colhidos no momento certo. A agilidade no campo é crucial para a qualidade final do café.
Nesse contexto, a colheita de café na área de atuação da Cooxupé alcançou 38,6% de evolução global até o dia 10 de julho, conforme o mais recente balanço semanal divulgado pela cooperativa.
Avanço Expressivo e Liderança Regional na Colheita
O índice de 38,6% representa um avanço expressivo de quase oito pontos percentuais em comparação com os 30,9% registrados no relatório anterior. Este progresso reflete a eficiência e dedicação dos mais de 22 mil cafeicultores integrados à Cooxupé.
O monitoramento abrange mais de 370 municípios, distribuídos estrategicamente entre as regiões do Sul de Minas, Cerrado Mineiro, Matas de Minas e Média Mogiana, no estado de São Paulo. Cada área contribui significativamente para o volume total da safra.
A região do Sul de Minas segue na liderança isolada do ritmo das atividades, caminhando a passos largos para atingir a metade de sua safra estimada. O clima favorável tem sido um grande aliado para essa performance.
Destaque para o Sul de Minas e Matas de Minas
Até o dia 10 de julho, o Sul de Minas registrou 45,1% da colheita, um salto impressionante de 36,6% em apenas uma semana. As Matas de Minas também se destacam, com 40,0% dos trabalhos concluídos.
Em São Paulo, na Média Mogiana, a colheita de café atingiu 37,8%, enquanto o Cerrado Mineiro alcançou 28,0%. Esses números demonstram a diversidade e a força da produção cafeeira nas áreas de atuação da Cooxupé.
A região de Muzambinho, parte do Sul de Minas, exemplifica esse avanço, com quase metade de todo o café já retirado do pé e em processo de secagem, beneficiamento ou armazenamento. Isso impulsiona a economia local.
Impacto Econômico e Cuidado Artesanal com o Grão
Com quase 40% do café colhido na área total da cooperativa, o movimento nos terreiros de secagem e nos secadores mecânicos atinge o seu pico. Esta fase é crucial e exige dedicação integral das famílias produtoras.
Cada lote colhido precisa ser manejado com o máximo de critério técnico e dedicação artesanal para que o café não perca suas características de qualidade. O clima seco de julho tem sido um grande aliado, garantindo uma secagem uniforme e rápida.
Esse processo resulta em uma bebida de excelente qualidade, que alcança ótima valorização no mercado. A colheita de café, portanto, não só gera empregos, mas também aquece o comércio de insumos e transportes, fortalecendo a economia regional.

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